quinta-feira, 18 de setembro de 2008

REGRAS DE ACENTUAÇÃO

Gente ! Não devemos escrever errado. Agora não temos desculpas. As regras de ortografia estão online. É só clicar !






FONTES :

PRIBERAM.PT
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/gramatica/regras-de-acentuacao.php

MINHA QUERIDA TURMA 2001

TURMINHA DO BARULHO !


A turminha do fundo da sala. Como conversam !

Adoro esse rapaz . MENINO DE OURO !


Nosso vice-representante
Sr Rafael - Muito levado !



Exemplos de esforço e determinação. AMO VOCÊS !


Meu querido representante - Sr. Jorge



MENINAS INTELIGENTES- É só investir !

Essas meninas FALAM PRA CARAMBA !


Já acabaram ! Vamos corrigir ?

Levados da breca !

Brigo porque me importo com vocês e quero ter a certeza que estou formando verdadeiros campeões.

AMO VOCÊS

BEIJOS

Professora Claudia Rosas

Campeões não são feitos em academias. Campeões são feitos de algo que eles têm profundamente dentro de si - um desejo, um sonho, uma visão.”

Muhammad Ali

PARNASIANISNMO




O movimento parnasiano teve grande importância no Brasil, não apenas pelo elevado número de poetas, mas também pela extensão de sua influência. Seus princípios doutrinários dominaram por muito tempo a vida literária do país. Na década de 1870, a poesia romântica deu mostras de cansaço, e mesmo em Castro Alves é possível apontar elementos precursores de uma poesia realista. Assim, entre 1870 e 1880 assistiu-se no Brasil à liquidação do romantismo, submetido a uma crítica severa por parte das gerações emergentes, insatisfeitas com sua estética e em busca de novas formas de arte, inspiradas nos ideais positivistas e realistas do momento. Dessa maneira, a década de 1880 abriu-se para a poesia científica, a socialista e a realista, primeiras manifestações da reforma que acabou por se canalizar para o parnasianismo. As influências iniciais foram Gonçalves Crespo e Artur de Oliveira, este o principal propagandista do movimento a partir de 1877, quando chegou de uma estada em Paris. O parnasianismo surgiu timidamente no Brasil nos versos de Luís Guimarães Júnior (1880; Sonetos e rimas) e Teófilo Dias (1882; Fanfarras), e firmou-se definitivamente com Raimundo Correia (1883; Sinfonias), Alberto de Oliveira (Meridionais) e Olavo Bilac (1888; Poesias). O parnasianismo brasileiro, a despeito da grande influência que recebeu do parnasianismo francês, não é uma exata reprodução dele, pois não obedece à mesma preocupação de objetividade, de cientificismo e de descrições realistas. Foge do sentimentalismo romântico, mas não exclui o subjetivismo. Sua preferência dominante é pelo verso alexandrino de tipo francês, com rimas ricas, e pelas formas fixas, em especial o soneto. Quanto ao assunto, caracteriza-se pelo realismo, o universalismo e o esteticismo. Este último exige uma forma perfeita quanto à construção e à sintaxe. Os poetas parnasianos vêem o homem preso à matéria, sem possibilidade de libertar-se do determinismo, e tendem então para o pessimismo ou para o sensualismo. Além de Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac, que configuraram a trindade parnasiana, o movimento teve outros grandes poetas no Brasil, como Vicente de Carvalho, Machado de Assis, Luís Delfino, Bernardino da Costa Lopes, Francisca Júlia, Guimarães Passos, Carlos Magalhães de Azeredo, Goulart de Andrade, Artur Azevedo, Adelino Fontoura, Emílio de Meneses, Augusto de Lima e Luís Murat. A partir de 1890, o simbolismo começou a superar o parnasianismo. O realismo classicizante do parnasianismo teve grande aceitação no Brasil, graças certamente à facilidade oferecida por sua poética, mais de técnica e forma que de inspiração e essência. Assim, ele foi muito além de seus limites cronológicos e se manteve paralelo ao simbolismo e mesmo ao modernismo. O prestígio dos poetas parnasianos, ao final do século XIX, fez de seu movimento a escola oficial das letras no país durante muito tempo. Os próprios poetas simbolistas foram excluídos da Academia Brasileira de Letras, quando esta se constituiu, em 1896. Em contato com o simbolismo, o parnasianismo deu lugar, nas duas primeiras décadas do século XX, a uma poesia sincretista e de transição.

Características do Parnasianismo

Objetividade no tratamento dos temas abordados.
O escritor parnasiano trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a emoção.


Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos;

Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por sua beleza em sí e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético;

O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas;

Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto;

Temas da mitologia grega e da cultura clássica são muito freqüentes nas poesias parnasianas;

Preferência pelos sonetos;

Valorização da metrificação: o mesmo número de sílabas poéticas é usado em cada verso;

Uso e valorização da descrição das cenas e objetos.

VOZES VERBAIS




Voz verbal é a flexão do verbo que indica se o sujeito pratica, ou recebe, ou pratica e recebe a ação verbal.


01) Voz Ativa: quando o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação verbal ou participa ativamente de um fato. Ex. As meninas exigiram a presença da diretora. A torcida aplaudiu os jogadores. O médico cometeu um erro terrível.


02) Voz Passiva: quando o sujeito é paciente, ou seja, sofre a ação verbal.


A) Voz Passiva Sintética: A voz passiva sintética é formada por verbo transitivo direto, pronome se (partícula apassivadora) e sujeito paciente. Ex. Entregam-se encomendas. Alugam-se casas. Compram-se roupas usadas.


B) Voz Passiva Analítica: a voz passiva analítica é formada por sujeito paciente, verbo auxiliar ser ou estar, verbo principal indicador de ação no particípio - ambos formam locução verbal passiva - e agente da passiva. Veja mais detalhes aqui. Ex. As encomendas foram entregues pelo próprio diretor. As casas foram alugadas pela imobiliária. As roupas foram compradas por uma elegante senhora.


03) Voz Reflexiva: Há dois tipos de voz reflexiva:


a) Reflexiva: será chamada simplesmente de reflexiva, quando o sujeito praticar a ação sobre si mesmo.

Ex. Carla machucou-se. Osbirvânio cortou-se com a faca. Roberto matou-se.


a) Reflexiva recíproca: será chamada de reflexiva recíproca, quando houver dois elementos como sujeito: um pratica a ação sobre o outro, que pratica a ação sobre o primeiro. Ex. Paula e Renato amam-se. Os jovens agrediram-se durante a festa. Os ônibus chocaram-se violentamente.


Passagem da ativa para a voz passiva ou inversa


Para efetivar a transformação da ativa para a passiva e vice-versa, procede-se da seguinte maneira:


1- O sujeito da voz ativa passará a ser o agente da passiva.


2- O objeto direto da voz ativa passará a ser o sujeito da voz passiva.


3- Na passiva, o verbo ser estará no mesmo tempo e modo do verbo transitivo direto da ativa.


4- Na voz passiva, o verbo transitivo direto ficará no particípio. ]


Voz ativa:A torcida aplaudiu os jogadores.


Sujeito = a torcida.Verbo transitivo direto = aplaudiu.Objeto direto = os jogadores.


Voz passiva:Os jogadores foram aplaudidos pela torcida.


Sujeito = os jogadores.Locução verbal passiva = foram aplaudidos.


Agente da passiva = pela torcida.


Gramática - Brasil Escola

links interessantes

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Um grande beijo no coração.




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SEGUNDA-FEIRA
PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Sujeito

É o termo que pratica ação na voz ativa e sofre na voz passiva, afirmando ou negando o predicado.
É o termo do qual se diz alguma coisa.
"É o termo da oração que indica a pessoa ou a coisa de que afirmamos ou negamos uma ação ou qualidade"(Evanildo Bechara).
"Sujeito é o termo da oração que estabelece com o verbo uma relação de concordância em número e pessoa, denominada concordância verbal. Exemplos: Nós vamos ao teatro". O verbo <> encontra-se flexionado na primeira pessoa do plural do presente do indicativo <> para concordar com o sujeito <>. Vejamos um outro exemplo: Abel e Caim são filhos de Deus. (Prof. Márden Silva - SEEMG)"
1)Sujeito Simples -Quando possui um núcleo do sujeito. EX. Elas usaram muitas canetas vermelhas.
2)Sujeito composto -quando há mais de um núcleo do sujeito. EX. Meninas e meninos brincam no parque.
3)Sujeito oculto -Ocorre quando o sujeito não aparece explicito na oração, mas podemos indentificá-lo pela terminação do verbo. Só ocorre nas 1ª, 2ª e 3ª pessoa do singular e nas 1ª e 2ª pessoa do plural. EX. Brincou com seu cachorro(Quem brincou? ele/ela/você). Terminamos o jogo(Quem terminou? nós).
4)Sujeito Indeterminado- Quando aparece o verbo na 3ª pessoa do singular sem sujeito explicito + o pronome oblíquo "se" .
EX. Estuda-se muito para o concurso. Vende-se esta casa
-Quando o verbo está na 3ª pessoa do plural e o sujeito não está explicito. EX. Assaltaram a loja.
5)Oração sem sujeito - Ocorre oração sem sujeito quando o verbo indica fenômeno da natureza. EX. Choveu muito ontem a noite. -Com o verbo haver na 3ª pessoa do singular. EX. Não houve tumultos. -Com o verbo são indicando tempo ou distância. EX. São 6 horas da tarde. São três quadras daqui até minha casa.
1)Sujeito Simples -Quando possui um núcleo do sujeito. EX. Elas usaram muitas canetas vermelhas.
2)Sujeito composto -quando há mais de um núcleo do sujeito. EX. Meninas e meninos brincam no parque.
3)Sujeito oculto -Ocorre quando o sujeito não aparece explicito na oração, mas podemos indentificá-lo pela terminação do verbo. Só ocorre nas 1ª, 2ª e 3ª pessoa do singular e nas 1ª e 2ª pessoa do plural. EX. Brincou com seu cachorro(Quem brincou? ele/ela/você). Terminamos o jogo(Quem terminou? nós).
4)Sujeito Indeterminado- Quando aparece o verbo na 3ª pessoa do singular sem sujeito explicito + o pronome oblíquo "se" .
EX. Estuda-se muito para o concurso. Vende-se esta casa
-Quando o verbo está na 3ª pessoa do plural e o sujeito não está explicito. EX. Assaltaram a loja.
5)Oração sem sujeito - Ocorre oração sem sujeito quando o verbo indica fenômeno da natureza. EX. Choveu muito ontem a noite. -Com o verbo haver na 3ª pessoa do singular. EX. Não houve tumultos. -Com o verbo são indicando tempo ou distância. EX. São 6 horas da tarde. São três quadras daqui até minha casa.